1 de outubro de 2015

Acontecendo em BH

#nasceleonina
Visita Técnica da Comissão de Saúde e Saneamento da Câmara Municipal de Belo Horizonte à Maternidade Leonina Leonor Ribeiro, na região de Venda Nova (Avenida Padre Pedro Pinto, 175, antigo Hospital João Bosco), com a finalidade de averiguar sua situação e entender porque ainda não foi aberta, apesar de pronta desde 2009.
A população está convidada a comparecer:
Participe da campanha: Publique você também a sua foto para dar visibilidade ao nosso pleito. Vamos encher a internet com fotos de mulheres segurando cartazes com mensagens para o prefeito e a hastag #nasceleonina. Visite a hashtag (https://www.facebook.com/hashtag/nasceleonina) para acompanhar tudo que já foi postado sobre o assunto.
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Há mais de seis anos há uma maternidade pronta para funcionamento, no 2º e 3º andares da UPA de Venda Nova, onde funcionou o antigo Hospital Dom Bosco. A maternidade recebeu o nome de Leonina Leonor Ribeiro, em homenagem a uma antiga parteira da região. Custou 2,2 milhões de reais, tinha previsão de inauguração para junho de 2009 e nunca foi aberta.
Com capacidade para atender mais de 200 partos por mês, possui 6 (seis) quartos PPP (pré-parto, parto e pós- parto) com banheira e portanto tem todo potencial para que nela seja implantado o modelo de assistência ao parto que tanto queremos e precisamos que seja realidade em todas as maternidades do país. Para funcionar de acordo com o modelo humanizado de assistência ao parto, que vai muito além de uma ambiência adequada, precisamos que a gestão e os profissionais sejam verdadeiramente alinhados e comprometidos como esse paradigma: protagonismo da mulher/família, direito à privacidade, ao acompanhante, a não separação de mãe e bebê, boas práticas baseadas nas melhores evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde. Com uma assistência nestes moldes, com enfermeiras obstetras com autonomia e doulas em todos os plantões, certamente teremos excelentes indicadores perinatais.
Toda essa estrutura está (ou estava há 6 anos) prontinha para oferecer um serviço público, digno, como é de direito de todas nós e está apodrecendo. Não há justificativa para que um ambiente que custou caro ao contribuinte e pode oferecer bons serviços à população da cidade não seja colocado em funcionamento. Ou pior, que seja transformado em outro tipo de instituição, como declarou a Assessoria de Comunicação: “SMSA e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) estão em entendimento para definição da melhor utilização do espaço dessa obra com o objetivo de atender a real necessidade da população”.
Podemos admitir isso? Queremos e precisamos que esse espaço abra e funcione de forma adequada o mais urgente possível. Por isso, convidamos todos para participarem dessa campanha e juntos encontrarmos uma forma de viabilizar o 'nascimento' da Leonina Leonor.

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